Jailton
destacou que duas vezes esta semana os doadores voltaram para casa sem
conseguir colher o sangue. “As pessoas abrem mão do lazer ou da folga
para praticar este gesto do bem, mas faltam insumos necessários pare
realizar coleta de sangue e os profissionais não podem desempenhar suas
atividades. A saúde tem que ser colocada em primeiro plano”, afirmou,
apelando para que o governo do Estado não permita que a situação se
torne recorrente.
O vereador chamou atenção para o fato de
que o Hemose intensifica as ações para captação de novos doadores e
preparação do estoque para o período das festas de final de ano e férias
escolares, mas sem a regularidade da coleta, a população pode ficar
desassistida. “Neste período é quando há maior necessidade de que o
banco de sangue esteja abastecido porque muitos bebês as pessoas
exageram nas comemorações e acabam se envolvendo em acidentes. Além
disso, o Hemose também atende pacientes que realizam cirurgia em
hospitais públicos e privados”, observou Santana.
Agentes de Endemias
O vereador aproveitou para reforçar o
pedido à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) quanto às condições de
trabalho para os agentes de endemias que estão atuando no combate ao
mosquito Aedes Aegipty, transmissor da dengue, chikungunya e zika, que
tem provocado o aumento de casos de microcefalia em recém-nascidos.
“Os agentes me disseram que estão aptos e
dispostos a continuar trabalhando no combate ao mosquito, mas nos deixa
triste a informação de que falta material. Solicito à Secretaria
Municipal da Saúde que dê mais atenção a essa situação, pois não devemos
brincar com o Aedes, antes ele causava a dengue e a pessoa melhorava
com medicamentos, mas hoje ela corre o risco de voltar para casa no
caixão ou com um problema de saúde para toda a vida”, alerta Jailton.
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