O Executivo decidiu exonerar todos
os cargos comissionados a partir desta quinta-feira (1º) e recontratar
apenas 50% deles, conforme a necessidade de cada secretaria, o que deve
gerar uma economia de R$ 3 milhões ao mês. Uma atitude necessária para
adequação das contas da Administração Municipal, na ótica de Jailton.
“Há uma crise estabelecida no país e o prefeito toma esta atitude no
momento certo. Sei que existem muitos servidores em comissão que
trabalham, mas era preciso enxugar a máquina”, observou.
O parlamentar disse ainda que estranhou o comportamento da bancada
de oposição ao desaprovar os cortes. Para Jailton, esta atitude vai
prevenir que aconteça em Aracaju aquilo que vem sendo feito pelo Governo
do Estado, o parcelamento dos salários dos servidores de forma
desnecessária.
“Estamos vendo o servidor público estadual recebendo os salários
parcelados pelo terceiro ou quarto mês consecutivo, mas não temos visto
atitude do Estado para enxugar a máquina administrativa. O que se vê são
secretarias servindo de cabide eleitoral, como no caso do ex-prefeito
de Aracaju, Edvaldo Nogueira, que tem um pomposo salário para não fazer
nada. E a ex-primeira dama, Eliane Aquino, que recebe uma pensão
merecidamente, mas também tem um pomposo salário. Entretanto, ninguém
vem aqui falar que o Governo erra ao parcelar (os salários) ou que
deveria acabar com as secretarias que não funcionam para nada além de
cabides eleitorais, mas vêm criticar o prefeito”, asseverou Santana.
O vereador reforçou o apoio à decisão do prefeito João Alves e
lembrou que continua avaliando os servidores municipais e secretários.
“Quero parabenizar a atitude do prefeito, ele já deveria ter passado a
régua nos vermelhinhos petistas que ainda estavam mamando, mas agora
estão contrariados e já procurando os verdinhos. Sei que existem muitos
que trabalham, inclusive vou denunciar aqui tanto servidores quanto
secretários que não vestem a camisa da Administração. A nota vai sair,
estou avaliando ainda, porque não vou distribuir notas
irresponsavelmente, não posso ser injusto”, finalizou Jailton.
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