Jailton critica falta de respeito de empresas com obras públicas

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Jailton Em seu pronunciamento na Câmara Municipal de Aracaju (CMA), nesta quarta-feira (11), o vereador Jailton Santana (PSC) criticou a postura irresponsável de algumas empresas privadas que não honram os compromissos firmados com a Administração da Capital no cumprimento de prazos acordados para realização de obras, prejudicando a população aracajuana. O vereador defende que o Executivo busque maneiras de punir essas empreiteiras, se preciso, impedindo a participação delas em novos processos licitatórios.
Jailton citou o exemplo das obras de pavimentação e drenagem das Avenidas Caçula Barreto e Dr. Tarcísio Daniel dos Santos, conhecida como Avenida Canal 3, no Bairro Farolândia, zona Sul da Capital. Orçada em mais de R$ 5 milhões, a obra que é um sonho antigo da comunidade, foi iniciada em maio deste ano com prazo de conclusão de um ano, mas está praticamente parada. “Colocaram algumas células que serão usadas para cobrir o canal, no entanto, infelizmente a empresa não começou obra alguma e a população está com a área cercada”, lamenta Santana.
 
Outra localidade onde os moradores têm sofrido pela falta de pavimentação e infraestrutura é o bairro Atalaia. A Prefeitura fez a licitação para resolver a questão, contudo a empresa vencedora também não começou a trabalhar na área. “Conversei com o prefeito João Alves e ele disse que vai ser preciso tomar providências porque a empresa Torre ganhou, mas não se viu se quer uma pedra nas ruas do bairro Atalaia. Enquanto isso a população está esperando com as vias esburacadas”, diz o parlamentar.
 
Jailton salientou que o Poder Público não pode aceitar que estas empresas continuem a prejudicar a população. O vereador agendou uma reunião com o secretário municipal da infraestrutura, Luiz Durval, para discutir a questão. “Na Atalaia, foi a Torre que ganhou, a mesma empresa que vem causando sérios problemas na limpeza pública. No Augusto Franco, foi a empresa Bomfim Santos. Essas empresas são irresponsáveis, parece que há um complô para prejudicar a Administração. Ganham a licitação, a Prefeitura anuncia a obra, mas elas não montam nem o canteiro no local. É preciso encontrar uma forma de impedir que empresas como essas participem de licitações, porque gera um problema sério”, sentencia. 
 

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